Isto pode ser verdade para as áreas metropolitanas, mas e a oferta nas áreas rurais?

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Os cuidados básicos devem ser garantidos em todos os lugares, mas nem todas as clínicas podem mais oferecer tudo. Se melhorarmos os processos, os pacientes não terão mais que ir ao hospital para determinados tratamentos. Vejamos o exemplo da diabetes: no futuro, as pessoas afetadas poderão ser monitorizadas digitalmente a partir de casa, o que significa que muitas verificações de rotina deixarão de ser necessárias.

O mesmo se aplica ao rastreio do cancro da pele: se uma toupeira é potencialmente perigosa pode agora ser determinada através da inteligência artificial: tira uma fotografia com o seu smartphone e a IA dá um feedback em segundos de que está tudo bem. Isso também alivia o paciente. Somente se as descobertas forem críticas é que o médico terá que examinar o assunto mais de perto. Isto soa como uma economia adicional da medicina. Sejamos realistas: o fosso entre despesas e receitas nos cuidados com a saúde está a aumentar.

A população está a diminuir e a envelhecer, ao mesmo tempo que os custos aumentam devido ao progresso técnico. Economizar significa trabalhar de forma a conservar recursos. Os hospitais hoje estão sobrecarregados com uma variedade de tarefas que também podem ser realizadas digitalmente ou em regime ambulatorial.

Principalmente nas cidades, muitas pessoas já utilizam o pronto-socorro em substituição ao médico de família porque está sempre aberto e não precisa de consulta. Este não é um bom desenvolvimento. Os hospitais só deveriam ter que lidar com casos graves.